Governo do Distrito Federal

DF reduz índices de mortalidade infantil e avança nos indicadores de atendimento pré e neo-natal

Menor índice de mortalidade infantil dos últimos 16 anos

O Distrito Federal registrou a menor taxa de mortalidade infantil dos últimos 16 anos: 10,6 óbitos por mil nascidos vivos, o que representa uma queda de 26,4% em relação ao ano 2000. No restante do País o índice é de 13,82. Os dados foram divulgados, em 2015, no Boletim Epidemiológico de Mortalidade Infantil, que é produzido pela equipe da Gerência de Informação e Análise de Situação (GIASS) e Gerência de Ciclos de Vida (GCV) da Subsecretaria de Vigilância à Saúde/SVS/SES-DF. Os avanços, ao longo dos anos, foram obtidos, principalmente, devido a melhorias no acesso, cobertura, qualidade e humanização da rede de atenção básica de saúde. Para o DF reduzir a taxa a um dígito, o desafio é melhorar a rede atenção obstétrica e neonatal, com foco na rotina de acompanhamento das gestantes e no desenvolvimento da criança na primeira infância.

Mais de 99% de amostras garantem a qualidade do Programa de Triagem Neonatal

O Programa de Triagem Neonatal faz parte do Plano Distrital de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência – Viver sem Limite DF. Em junho de 2016, no Dia Nacional do Teste do Pezinho, o DF comemorou 99,4% de cobertura do serviço, com qualidade das amostras para realizar o exame. Além disso, Brasília é a única unidade da federação do Brasil que oferece o teste ampliado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Com pequenas gotas de sangue do calcanhar do recém-nascido é possível identificar até 31 doenças em recém-nascidos, ou seja, 25 patologias a mais do que é preconizado pelo Ministério da Saúde. O avanço é resultado do treinamento realizado mensalmente com profissionais da Secretaria de Saúde para garantir a coleta adequada das amostras. O material é colhido nas maternidades dos hospitais públicos, nos postos de saúde ou no Hospital de Apoio de Brasília.

Atendimento pré-natal no DF é superior à média nacional

Em 2016, 70,9% das gestantes que procuram a rede pública de saúde do DF fizeram sete ou mais consultas de pré-natal. O índice é superior à média nacional (65,9%). Este avanço na assistência pré-natal tem contribuído para a redução de mortes de bebês após ou durante o parto. A Organização Mundial de Saúde faz recomendações e aponta as diretrizes para melhorar o atendimento. É recomendável que mulheres até a 28ª semana de gravidez façam uma consulta por mês e da 28º a 36º semana, a cada 15 dias. O pré-natal é feito nas unidades básicas de saúde, como os postos. Os hospitais da rede atendem prioritariamente casos de alto risco, como as gestantes diabéticas, cardiopatas ou que tomam medicamentos controlados.

 

Criança Candanga - Governo de Brasília

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