Governo do Distrito Federal

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AMANDA MARTIMON E SAMIRA PÁDUA, DA AGÊNCIA BRASÍLIA

Dois cartões do Bilhete Único de Brasília foram lançados nesta quarta-feira (20): o +Melhor Idade, voltado a idosos a partir de 65 anos, e o +Criança Candanga, destinado a pessoas de 2 a 5 anos.

O governador Rollemberg lançou os novos cartões do Bilhete Único destinados a crianças e a idosos. Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília
O governador Rollemberg lançou os novos cartões do Bilhete Único destinados a crianças e a idosos. Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília

Os dois públicos já contam com a gratuidade no transporte público, e o uso do cartão não será obrigatório. Porém, de acordo com o Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans), a medida significará mais comodidade. As crianças que portarem o documento não precisarão mais pular a roleta dos veículos.

Já os idosos poderão ultrapassar a catraca, também sem custos. Com a Lei nº 5.984, de 30 de agosto de 2017, todos os assentos de transportes públicos coletivos passaram a ser prioritários para diversos grupos, entre eles o de idosos. Antes, a preferência era restrita aos bancos sinalizados com essa informação.

Os idosos que não quiserem fazer o cartão poderão usar o transporte público com o uso da identidade. Mas, nesse caso, seguirão restritos aos assentos antes da catraca.

“O objetivo é dar qualidade e dignidade a esses dois públicos”, reforçou o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, durante o lançamento.

Segundo o DFTrans, a medida não acarretará custos adicionais para o governo — a passagem pela catraca é uma medida para oferecer mais cidadania aos usuários, não haverá pagamento às empresas. Os cartões serão emitidos pelo próprio órgão.

Verificação no sistema de biometria

Por se tratar de gratuidade, os idosos terão fotos cadastradas para verificação no sistema de biometria. O método não será aplicado a crianças, de acordo com o DFTrans, porque elas estão mais propensas a mudanças de aparência no período do benefício.

“É um cartão intransferível. O objetivo é garantir que os direitos sejam exercidos por quem os tem. E a melhor forma é combatendo a fraude e a irregularidade”, disse o governador ao público presente, que contou com idosos apoiados por programas sociais e crianças da Escola Classe 68, de Ceilândia.

A passagem pela catraca é uma medida para oferecer mais cidadania aos usuários, não haverá pagamento extra às empresas

Na solenidade de hoje, o chefe do Executivo local também assinou termo de intenção de adesão à Estratégia Brasil Amigo da Pessoa Idosa, coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento Social.

A iniciativa tem o objetivo de organizar políticas públicas de proteção e atenção ao idoso de forma integrada. Rollemberg firmou o documento ao lado do diretor de Atenção ao Idoso da pasta federal, Leonardo Rezende.

Como obter os cartões +Melhor Idade e +Criança Candanga

Para obter os cartões +Melhor Idade e +Criança Candanga, os interessados podem fazer o cadastro pela internet ou presencialmente, nos postos do DFTrans e do Na Hora. Nesses locais também é possível fazer o agendamento para a entrega dos cartões.

No caso dos idosos, é preciso apresentar documento de identificação com foto, foto 3×4 e CPF.

Para ter direito ao cartão infantil, são necessários CPF da criança, documento de identidade ou certidão de nascimento, além de foto 3×4. O responsável legal para retirada do cartão também deve adicionar ao cadastro o CPF e a carteira de identidade, a carteira nacional de habilitação ou a certidão de nascimento.

EDIÇÃO: MARINA MERCANTE

Da Agência Brasília

Alunos da rede pública com direito ao Passe Livre Estudantil poderão receber o cartão +Estudante diretamente nas escolas. A medida foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal desta segunda-feira (18), em portaria conjunta da Secretaria de Educação e do Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans).

 

Foto: Dênio Simões, Agência Brasília

A distribuição começará no segundo semestre de 2018, apenas para a rede pública. O DFTrans encaminhará cartões prontos para serem ativados às 14 coordenações regionais de ensino de Brasília.

 

Eles serão entregues em pacotes separados por unidades de ensino, turno, série/ano e turmas. A ativação dos cartões pode ser feita após confirmação dos diretores de cada colégio.

 

Para isso, eles terão acesso ao sistema eletrônico do DFTrans. Nele, vão inscrever os alunos que receberem o cartão e cadastrar os dados dos interessados e uma lista dos que recusarem o benefício.

 

Os estudantes têm até 20 dias para retirar os cartões depois que forem entregues nas respectivas coordenações. Passado esse prazo, os documentos serão devolvidos para o DFTrans.

Alunos com 16 anos de idade ou mais devem assinar um recibo de entrega. Os outros precisam de assinatura de representante legal anexada ao recibo.

 

Quem ainda não tem o benefício da gratuidade no transporte público do DF pode se cadastrar no site do Passe Livre Estudantil.

MARCELO NANTES, DA AGÊNCIA BRASÍLIA

A Secretaria de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude firmou convênio com o Instituto Brasil Adentro para formar jovens empreendedores.

Por meio do Empoderar e Empreender – O Empreendedor do Futuro, 1,4 mil vagasforam destinadas à participação de jovens recém-formados ou formandos com até 29 anos.

A meta é incentivar e preparar os alunos para o desenvolvimento de negócios próprios ou para se tornarem servidores públicos. O curso tem duração de quatro meses, com 40 horas-aulas (12 horas presenciais e 28 horas em ensino a distância).

O investimento do governo de Brasília no convênio é de R$ 996.670. O programa foi elaborado pelo Instituto Brasil Adentro, organização da sociedade civil de interesse público que promove atividades nas áreas de gestão de projetos ambientais, esportivos, de inovação e empreendedorismo.

As inscrições seguem até 31 de julho. Os interessados deverão fazer a pré-inscrição pela internet. Os primeiros 1,4 mil garantem a participação.

Os cursos abrangem ações em:

Empreendedorismo social

Coaching (orientação profissional)

Treinamentos de liderança

Mentoria para jovens empreendedores

Gerenciamento de projetos

Modelagem e gamificação de processos e de aprendizagem (dinâmicas de jogos)

Game thinking (estratégia)

Marketing

COMPARTILHAR

 

 

Os 40 Conselhos Tutelares do Distrito Federal iniciaram, na tarde de quarta-feira, 13, a implantação do Espaço Criança Candanga em cada unidade. Eles receberam, da Secretaria de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude, um kit com material informativo, cartazes, cartilhas e brinquedos para compor e formar os espaços nos CT’s.

 

Segundo a subsecretaria de Proteção a Crianças e Adolescentes, Veruska Alves, os Conselheiros Tutelares são personagens importantes na divulgação de informações e na disseminação de conhecimento sobre direitos de crianças e adolescentes.

 

 

 

Para Perla Ribeiro, subsecretária de Promoção de Políticas, a ação fortalece tanto o trabalho dos conselheiros, quanto a conscientização da população sobre a importância de preservar e proteger os direitos de crianças e adolescentes em todo o DF.

 

IDENTIFICAÇÃO – Além dos kits, os conselheiros também receberam os pins de identificação, feitos especialmente para eles. A demanda, antiga, partiu dos próprios conselheiros e foi atendida pela Secriança. Ainda está em processo de tomada de preços a carteira funcional e o distintivo de identificação da categoria.

 

De acordo com o presidente da Associação dos Conselheiros e Ex Conselheiros Tutelares, Néliton Portuguêz, o pin traz um reconhecimento importante para a categoria, além de identificar, à distância, o Conselheiro, em casos de urgência em atendimentos.

 

VINÍCIUS BRANDÃO, DA AGÊNCIA BRASÍLIA

Foram recebidos, na tarde desta terça-feira (5), os 27 alunos dos Estados Unidos que visitarão o Brasil como parte do programa Jovens Embaixadores. Eles ficarão em casas de famílias brasileiras para conhecer a cultura local.

O governador Rollemberg recebeu no Palácio do Buriti 27 alunos dos Estados Unidos.
O governador Rollemberg recebeu no Palácio do Buriti 27 alunos dos Estados Unidos. Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília

Para agradecer a acolhida, o grupo foi representado pela estudante Celine Apenteng, que completou 16 anos de idade nesta terça-feira (5). “Obrigado por nos receber neste belo País. Espero aprender muito da cultura de vocês para poder contribuir lá em casa.”

O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, participou da recepção no Palácio do Buriti. “Vocês vão conhecer o povo de três regiões diferentes do País: nas cidades de Juiz de Fora (Minas Gerais), Salvador (na Bahia) e Guarapuava (no Paraná).”

Ele aproveitou para comentar aspectos da cultura do Brasil. “Vocês testemunharão um momento muito significativo para os brasileiros, que é a Copa do Mundo. Vocês vão ver que aqui é um evento grandioso.”

572Quantidade de alunos brasileiros que já participaram do Jovens Embaixadores desde 2002

A estadia no Brasil durará três semanas e começará pela capital do País, de onde os rapazes partirão para as cidades em que cada um ficará. Antes, visitarão os Centros Interescolares de Línguas (CILs) do Paranoá e do Guará na quarta (6) e na quinta-feira (7), respectivamente.

Programa tem a parceria da Secretaria de Educação no DF

Criado em 2002, o programa é uma iniciativa da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil e tem a parceria da Secretaria de Educação em Brasília.

A chefe da Assessoria Internacional, Renata Zuquim, lembrou que um dos objetivos do programa é incentivar o potencial de liderança dos jovens. “Eles ganham a possibilidade de experimentar a interação com outras culturas e aprender com essas trocas.”

Em janeiro deste ano, 50 alunos da rede pública de todo o Brasil, com dois de Brasília entre eles, viajaram para os Estados Unidos, onde se hospedaram em casas de famílias norte-americanas.

Já participaram da iniciativa 572 alunos brasileiros. Neste ano, foram mais de 23 mil candidatos inscritos.

EDIÇÃO: VANNILDO MENDES
GUILHERME PERA, DA AGÊNCIA BRASÍLIA

A gestão atual do Hospital da Criança de Brasília José Alencar ganhou mais um aliado. Esse é o entendimento da Secretaria de Saúde em relação à posição do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) de apoiar o pedido de efeito suspensivo do Instituto do Câncer Infantil e Pediatria Especializada (Icipe).

Caso o pedido da organização social responsável pela gestão do Hospital da Criança seja aceito, será suspensa a sentença que a proibiu de firmar contratos com o poder público por três anos. Pela decisão, a entidade não pode continuar à frente da unidade de saúde.

manifestação, assinada pela procuradora de Justiça do MPDFT Ruth Kicis Torrents Pereira, reconhece que a gestão do Icipe é de excelência e aponta que o instituto e a Secretaria de Saúde têm cumprido as cinco determinações da Justiçapara que o atendimento seja continuado.

Para o secretário de Saúde, Humberto Fonseca, o texto mostra uma “posição institucional do MP em defesa da saúde do DF”. “[O Ministério Público] reconhece que o Icipe e a Secretaria de Saúde tomaram medidas para melhorar a gestão do contrato”, afirma.
O que o Ministério Público diz em defesa do Hospital da Criança

Na manifestação, a procuradora de Justiça do MPDFT Ruth Kicis Torrents Pereira aponta que:

  • “Os agentes participantes dos atos questionados na ação de improbidade administrativa estão se movendo no intuito de regularizar as pendências relativas à qualificação do requerente enquanto organização social, bem como para fazer cumprir os comandos legais relativos aos contratos de gestão firmados”
  • “A concessão do efeito suspensivo também se justifica se for considerado que a ação de improbidade administrativa em curso mira contrato de gestão já findo, sendo certo que o requerente já se submeteu a novo processo de requalificação, ocasião em que se manteve como organização social, o que possibilitou a celebração de novo contrato de gestão para continuar administrando – com excelência, vale frisar – o Hospital da Criança de Brasília”
EDIÇÃO: MARINA MERCANTE

O Distrito Federal tem um motivo a mais para comemorar, nesta quarta-feira (6), o Dia Nacional do Teste do Pezinho. É a única Unidade da Federação a oferecer a triagem neonatal de forma ampliada na rede pública de saúde.

 

Enquanto no resto do país o procedimento detecta seis tipos de doença, o que é preconizado pelo Ministério da Saúde, na capital federal o exame pode encontrar 30 tipos de enfermidades.

 

Segundo a coordenadora do Teste do Pezinho na Secretaria de Saúde, Juliana de Vasconcellos Thomas, esse teste faz o diagnóstico precoce de doenças que podem ser muito graves se não tratadas nas primeiras semanas de vida.

 

Na rede pública do DF, a cobertura do teste do pezinho é de 100%. Todos os hospitais da rede e unidades básicas de saúde (UBS) estão habilitados a fazer a coleta do sangue das crianças entre o seu segundo e quinto dia de vida. Por mês, são feitas cerca de quatro mil coletas.

 

As crianças que ainda não receberam alta fazem o teste já na maternidade. As que saem do hospital antes do segundo dia de vida, podem ser levadas a qualquer unidade da rede, sem necessidade de encaminhamento médico ou agendamento.

 

Em caso de resultado positivo para alguma doença, a criança é encaminhada para um segundo teste. Se confirmado, ela segue para consulta na unidade de genética, no Hospital de Apoio de Brasília (HAB), onde são solicitados novos exames.

 

Uma vez confirmada, é iniciado o tratamento com equipe de saúde multidisciplinar. Pelo menos 0,3% dos resultados apresentam algum tipo de alteração.

 

AMPLIAÇÃO – A ampliação do Teste do Pezinho no DF foi garantida em lei publicada em 2008, válida para hospitais da rede pública de saúde do DF.

 

O teste ampliado no DF é possível graças a uma tecnologia chamada espectrometria de massas, feita em um aparelho que permite analisar as amostras de sangue de 1,2 mil crianças de uma única vez e identifica 23 enfermidades. O diagnóstico das outras sete doenças é feito em outros tipos de aparelhos, de última geração, chegados à Secretaria de Saúde no ano passado.

 

Doenças detectadas no Teste do Pezinho no DF

 

Hipotireoidismo congênito

Doença falciforme e outras hemoglobinopatias:

Fibrose Cística

Hiperplasia Adrenal Congênia

Deficiência de Biotinidase

Galactosemia

Deficiência de G6PD

Toxoplasmose Congênita

Fenilcetonuria e outros 21 erros inatos do metabolismo

 

TEXTO: Alline Martins, da Agência Saúde

 

Na próxima segunda-feira, 4, será lançada em Brasília uma chamada pública voltada para equipes de profissionais e ações de saúde no Distrito Federal. A chamada tem como objetivo certificar a qualidade e reconhecer os esforços da rede pública para o acesso e o atendimento de saúde adequado a adolescentes.

 

A iniciativa, que leva o nome de Chega Mais – Selo de Qualidade de Serviços para Adolescentes, é resultado de uma parceria firmada em novembro entre o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) e Secretaria de Estado de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude do Distrito Federal (Secriança-DF), com colaboração da Escola de Aperfeiçoamento do Sistema Único de Saúde, da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (EAPSUS/FEPECS).

 

A certificação será concedida pelo UNFPA aos serviços públicos de saúde a partir de uma avaliação de qualidade, com acompanhamento e aprimoramento contínuo. Os critérios de avaliação envolvem desde acesso livre de discriminação até a integração em diferentes frentes de atendimento, a educação permanente de profissionais e a participação social.

 

O selo é também uma oportunidade para que outros serviços possam vir a se qualificar na busca e garantia de direitos a milhares de adolescentes no Distrito Federal. Para atender às demandas de fortalecimento institucional e tendo em vista a certificação, os serviços receberão apoio para qualificar suas equipes, tanto com a oferta de ações de Educação Permanente, como de articulação interinstitucional e mobilização.

 

As inscrições serão abertas a todos os serviços públicos de saúde do Distrito Federal. O edital e as instruções para inscrição na chamada pública estarão disponíveis a partir do dia 4 de junho no site do UNFPA.

 

O lançamento acontece a partir das 9h30 no Grande Auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (FEPECS), que fica no Setor Médico Hospitalar Norte, Conjunto A, Bloco 01 – Edifício FEPECS, Brasília-DF. O evento é aberto ao público, preferencialmente com confirmação de presença.

 

SERVIÇO
Lançamento de chamada pública – Chega Mais – Selo de Qualidade de Serviços para Adolescentes
Data: 4 de junho de 2018
Horário: 09h30
Local: Grande Auditório da FEPECS (Setor Médico Hospitalar Norte – SMHN, Quadra 03, Conjunto A, Bloco 01)
O evento é aberto ao público, preferencialmente com confirmação de presença

 

Programação 
9h: Boas vindas e café da manhã
9h30: Solenidade de abertura
10h: Mesa Técnica: Adolescências, Atenção à Saúde e à Qualidade dos Serviços
11h: Apresentação da Chamada Pública
11h30: Encerramento

VINÍCIUS BRANDÃO, DA AGÊNCIA BRASÍLIA

Se a mulher internada para acompanhamento de gravidez tiver 13 anos ou menos, o caso sempre é tratado como estupro de vulnerável. não apenas se o parceiro tiver 14 anos ou mais, como divulgado anteriormente.

A imagem de um campo de tulipas cobre a parede do escritório e dá o tom do cuidado das psicólogas da Unidade de Assistência a Situações de Violência (Upav), do Hospital Materno-Infantil de Brasília (Hmib), com as vítimas acolhidas no espaço.

A imagem de um campo de violetas cobre a parede do escritório e dá o tom do cuidado das psicólogas da Unidade de Assistência a Situações de Violência (Upav), do Hospital Materno-Infantil de Brasília (Hmib), com as vítimas acolhidas no espaço. A imagem de um campo de tulipas cobre a parede do escritório e dá o tom do cuidado das psicólogas da Unidade de Assistência a Situações de Violência (Upav), do Hospital Materno-Infantil de Brasília (Hmib), com as vítimas acolhidas no espaço. Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília

Junto com o Programa de Interrupção Gestacional Prevista por Lei (PIGL), do hospital, a unidade atende mulheres e crianças que sofreram estupro e casos de assédio moral e sexual.

Eles funcionam em três salas no Hmib: uma para os atendimentos de interrupção gestacional e duas da unidade que cuida dos casos de violência — uma para crianças e outra para mulheres. Os dois programas usam a estrutura do centro obstétrico do hospital.

Os atendimentos são referência em Brasília porque o Hmib foi a primeira unidade médica do Distrito Federal a receber uma unidade dedicada a atender situações de violência de gênero, em 1996, e por ter o único PIGL da cidade.

“Se uma mulher que está em gestação devido a uma violência sexual quiser interromper o processo, deve vir até o Hmib para fazer o acompanhamento obrigatório”, explicou a especialista em saúde Alessandra Arrais, psicóloga do PIGL.

O ideal é que a vítima de estupro procure o acolhimento em até 72 horas, pois remédios como a pílula do dia seguinte e contra HIV têm o efeito reduzido após esse período

Já a Upav atende vítimas que buscam assistência tanto psicológica quanto tratamento médico após a agressão. Se a pessoa tiver passado por um ataque, pode procurar o centro obstétrico do Hmib em qualquer dia e horário.

Em caso de estupro, a vítima recebe o primeiro coquetel de remédios da quimioprofilaxia, além de atendimento médico adequado. Daí, os médicos da unidade alertam a Upav para fazer o acolhimento. Se for de segunda a sexta-feira, das 7 às 19 horas, elas encontram com a pessoa no local.

Em outros horários ou dias, os médicos fazem o registro e passam as informações para a unidade. Assim, as psicólogas entram em contato e oferecem o serviço para as pacientes no horário de atendimento.

Vítimas de violência tratadas com alta urgência

A psicóloga Vanessa Abritta, referência técnica da Upav, alerta que uma vítima de violência em busca do apoio no Hmib é tratada como caso de alta urgência e é passada na frente de outros pacientes. “Assim, ela recebe a quimioprofilaxia e é imediatamente encaminhada à Upav.”

Alessandra ressalta que estupros são, primeiramente, casos de saúde. “O que deve ser feito de imediato após uma agressão é procurar um hospital para a quimioprofilaxia. Depois, se a mulher quiser, pode fazer a ocorrência policial.”

O ideal é que a vítima procure o acolhimento em até 72 horas após o ataque porque alguns dos remédios iniciais, como a pílula do dia seguinte e outra de prevenção ao HIV, têm o efeito reduzido depois desse período.

A medicação serve principalmente para diminuir os riscos de contaminação com infecções sexualmente transmissíveis e impedir que a vítima seja engravidada pelo agressor.

Assim que terminam os cuidados médicos iniciais, as psicólogas começam o acompanhamento em sessões de grupo. São quatro no total: um para mulheres e três para crianças. Em casos específicos, como o de uma deficiência intelectual, o tratamento é individual.

No início, é feito para ajudar a paciente a ter forças para começar o tratamento químico. As consultas continuam até que a vítima e a psicóloga decidam, juntas, que é hora de parar o acompanhamento.

Vanessa lembra que o tratamento psicológico – chamado no Hmib de Programa Violeta, parte da Rede Flores, que tem Upavs em vários hospitais públicos de Brasília – também atende mulheres e crianças vítimas de assédio moral ou sexual, não apenas casos de estupro.

Se a mulher pretende procurar atendimento policial, é aconselhável não tomar banho ou jogar as roupas fora depois do ataque, para manter as evidências físicas

Para saber se a pessoa está em uma situação de assédio, a referência técnica da Upav descreve: “Se a mulher se sente incomodada e violada em seus direitos, pode procurar ajuda. Não precisa ter vergonha porque não estamos aqui para julgar, apenas para ajudar.”

A quimioprofilaxia é um acompanhamento com remédios de 28 dias. De início, é entregue um coquetel de medicamentos com orientações para que a mulher tome nos primeiros sete dias. Depois, deve retornar ao hospital para receber os paliativos seguintes.

A equipe da Upav é composta por duas psicólogas, dois assistentes sociais, uma enfermeira e um psiquiatra. Ela atende de 60 a 80 vítimas por mês, segundo Vanessa.

Interrupção de gestação não requer denúncia prévia

Para pleitear o apoio do PIGL, a vítima só precisa ir ao hospital e dizer que a gestação ocorreu devido a uma violência. Não é preciso levar boletim de ocorrência, mas será preciso passar por pelo menos 12 atendimentos. O último é a própria interrupção.

Durante os atendimentos, há acompanhamento psicológico. Como prevê a lei, são apresentadas à vítima as alternativas de dar a futura criança para adoção ou criá-la após o parto.

Depois que a interrupção é feita no 12º atendimento, a equipe encaminha a mulher para fazer acompanhamento em grupos de alguma unidade da Rede Flores.

Mesmo em situações em que é permitida a interrupção, a lei proíbe que seja feita depois da 22ª semana de gestação. Como o acompanhamento até a cirurgia leva duas semanas, o programa não pode aceitar mulheres que já tenham passado da 20ª semana.

Alessandra avisa que o ideal é que a vítima procure a interrupção antes de completar a 12ª semana de gravidez. Depois, a estrutura óssea se desenvolve e é necessário fazer indução de parto.

A lei brasileira permite interromper a gestação que seja fruto de estupro, em que haja risco de morte para a mulher e em caso de anencefalia. Alessandra avisa que, nessa hipótese, qualquer serviço de alto risco pode fazer a interrupção.

Apenas em 2017, o PIGL iniciou o tratamento de 65 mulheres em busca de interrupção de gravidez. Dessas, 64 eram vítimas de violência sexual, e uma trazia risco de vida para a gestante.

Os dados históricos do PIGL mostram que:

  • 48,59% das mulheres que buscam o atendimento chegam à interrupção da gestação
  • 9,52% decidem ter o futuro bebê e são encaminhadas para acompanhamento de pré-natal
  • 3,96% decidem dar a criança para adoção e são encaminhadas para a assistência social
  • 22,22% abandonam o pleito
  • 13,49% não configuram gestação por estupro
  • 2,22% são de má-formação sem relação com anencefalia

Como não se trata de atendimento emergencial, o PIGL recebe pacientes apenas de segunda a sexta-feira, das 7 às 19 horas. Ele conta com uma equipe de duas psicólogas, um assistente social e três médicos.

Orientações para buscar atendimento policial

Vanessa informa que o hospital não tem obrigação de fazer denúncia ou de encaminhar vítimas para uma delegacia devido ao sigilo com os pacientes. “Não temos como julgar situações individuais. Há mulheres que foram atacadas por policiais, por exemplo, e podem ser colocadas em risco se houver investigação.”

Se uma mulher pretende procurar o atendimento policial, é aconselhável não tomar banho ou jogar as roupas fora depois do ataque, para manter as evidências físicas.

“A tendência das mulheres após uma agressão é ir direto para casa para se lavar e jogar fora as roupas. Com isso, elas destroem evidências que podem levar à captura do agressor”, esclarece Alessandra.

BRASÍLIA ADERE À CAMPANHA DA ONU DE COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

 

Ela também lembra que o ideal é procurar a Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam), na Entrequadra Sul 204/205, mas todas as delegacias da Polícia Civil podem abrir uma ocorrência de agressão sexual.

Caso uma mulher seja internada para acompanhamento de gravidez com 13 anos ou menos, o caso sempre é tratado como estupro de vulnerável.

Nessas situações, é obrigação do hospital denunciar para a Polícia Civil. Ainda assim, a gestante mantém o direito de escolher dar continuidade ou interromper a gestação.

EDIÇÃO: VANNILDO MENDES
VINÍCIUS BRANDÃO, DA AGÊNCIA BRASÍLIA

Política Intersetorial de Enfrentamento à Violência Sexual de Crianças e Adolescentes do Distrito Federal foi instituída por meio de decreto assinado na tarde desta terça-feira (29) pelo governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, e pela colaboradora do Executivo local Márcia Rollemberg.

Decreto assinado pelo governador Rollemberg institui a Política Intersetorial de Enfrentamento à Violência Sexual de Crianças e Adolescentes do Distrito Federal.Decreto assinado pelo governador Rollemberg institui a Política Intersetorial de Enfrentamento à Violência Sexual de Crianças e Adolescentes do Distrito Federal. Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília.

“Precisamos atuar em diversas áreas. Por isso a importância de termos uma política intersetorial que dá voz às diferentes atuações do governo”, destacou Rollemberg em solenidade no Palácio do Buriti.

Segundo o secretário-adjunto de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude, Antônio Carlos Filho, o documento é resultado de ações do grupo de trabalho formado em 2017 pelo Decreto nº 38.285.

A diretora de Estudos e Políticas Sociais, da Companhia de Planejamento do DF (Codeplan), Márcia Matos, apresentou dados de levantamentos: “Em 2017, foram registrados 887 estupros em Brasília pelas forças de segurança pública, e as pesquisas indicam que as meninas são as mais visadas”.

“A maioria das vítimas está entre os 5 e os 12 anos de idade”, acrescentou a subsecretária de Promoção de Políticas para Crianças e Adolescentes do DF, Perla Ribeiro.

Um dos próximos passos após o lançamento do decreto é a criação do Comitê Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento da Política Intersetorial de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes do DF.

Esse colegiado, por sua vez, terá a atribuição de elaborar o Plano Distrital para o Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes.

EDIÇÃO: RAQUEL FLORES
DA AGÊNCIA BRASÍLIA, COM INFORMAÇÕES DA SECRETARIA DO TRABALHO, DESENVOLVIMENTO SOCIAL, MULHERES, IGUALDADE RACIAL E DIREITOS HUMANOS

Centro de Artes e Esportes Unificado (CEU das Artes) de Ceilândia está com inscrições abertas para 33 oficinas, cursinho pré-vestibular, atividades para idosos, adultos, crianças e adolescentes a partir de 13 anos.

As modalidades são:

  1. Arte e reciclagem
  2. Arte e reciclagem 3ª idade
  3. Artesanato
  4. Capoeira
  5. Capoterapia
  6. Corte e maquiagem
  7. Crochê
  8. Dança charme
  9. Desenho em quadrinhos
  10. Escolinha de futsal
  11. Funcional 220v
  12. Funcional hit
  13. Funcional kids
  14. Futsal
  15. Fotografia
  16. Ginástica nas quadras
  17. Ginástica 3ª idade
  18. Guarda Mirim
  19. Hip-hop/dança
  20. Informática Google
  21. Informática básica
  22. Informática intermediária
  23. Kendo
  24. Maquiagem
  25. Moda
  26. Muay thay
  27. Pesquisa digital
  28. Pré-vestibular
  29. Refrigeração
  30. Taekewondo
  31. Teatro
  32. Teatro-adultos
  33. Voleibol

Os interessados devem comparecer ao CEU, das 8 às 18 horas, com os documentos pessoais. No local (QNM 28, Área Especial), serão preenchidas as fichas de cadastro com a opção escolhida.

Gratuitas, as atividades serão ministradas no centro e abertas à comunidade. Entre elas há duas específicas para a terceira idade: capoterapia e arte e reciclagem.

 

Para jovens acima de 16 anos, há 60 vagas em duas turmas para o pré-vestibular. As aulas ocorrerão aos sábados, das 8 às 10 horas e das 10 às 12 horas.

O que é o CEU das Artes

O equipamento público recém-inaugurado em Ceilândia foi entregue à população em 28 de abril. É o maior CEU do Brasil, com 7 mil metros quadrados, duas salas multiuso, três salas para atendimento do centro de referência em assistência social (Cras), área de ginástica, biblioteca e laboratório digital, cinemateca, estacionamento, parquinho, sala de coordenação, pista de skate, quadra de areia e poliesportiva.

MARYNA LACERDA, DA AGÊNCIA BRASÍLIA

Na 2ª edição do Prêmio Controladoria na Escola, mais estudantes serão contemplados pela atuação cidadã no ambiente escolar. As inscrições podem ser feitas até 4 de junho.

 

Para a próxima competição, podem participar alunos do sexto ao nono ano do ensino fundamental e do ensino médio de instituições civis e militares; estudantes do quarto e quinto ano do ensino fundamental; e os da rede do Serviço Social da Indústria (Sesi).

O anúncio da ampliação das inscrições foi feito, nesta segunda-feira (21), em cerimônia no Salão Nobre do Palácio do Buriti. O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, participou do evento.

O prêmio, segundo o governador, estimula o desenvolvimento de processos de controle social pelos jovens e, dessa forma, cria uma nova cultura cidadã.

 

A inciativa, acrescentou Rollemberg, também fortalece a consciência ética desde cedo. “Esse prêmio faz com que, desde os primeiros anos na escola, as crianças e os jovens tenham a percepção da importância da transparência na execução fiscal, na correção no uso dos recursos públicos”, afirmou.

A mudança de comportamento é marcante em quem participa do programa, de acordo com o controlador-geral do DF, Lúcio de Pinho Filho. “O cidadão ético, consciente, é aquele que, no mercado de trabalho, vai cumprir o seu dever. Todos nós ganhamos com um projeto dessa envergadura”, comparou.

Na ocasião, também foi divulgada a ampliação da quantidade de unidades escolares a serem premiadas: desta vez, serão 35. O valor distribuído este ano soma R$ 265 mil.

A quantidade de professores premiados também é maior para esta edição. Serão 51 contemplados, no valor total de R$ 240 mil. Os 63 estudantes com melhor desempenho no programa também serão reconhecidos com a distribuição de R$ 100 mil no total.

Na primeira edição, foram 10 escolas, com turmas do oitavo e do nono ano do ensino fundamental e do ensino médio, que receberam R$ 140 mil para investimento em melhorias das unidades.  Além das premiações, 104 escolas, 4 mil estudantes e 209 professores participaram da competição.

O regulamento do programa foi publicado no Diário Oficial do DF  de 17 de maio. A cerimônia contou ainda com a assinatura de acordo de cooperação técnica entre a Controladoria-Geral do DF e o Sesi.

Educação é fortalecida com o programa

O alcance dos resultados do Controladoria na Escola é resultado do envolvimento de toda a comunidade, como lembrou a colaboradora do governo de Brasília Márcia Rollemberg. “A verdadeira política pública tem que ter a participação social, com professores, diretores e alunos”, disse.

A participação dos estudantes do sistema Sesi amplia a repercussão positiva do programa, na avaliação do presidente da Federação das Indústrias do DF (Fibra-DF), Jamal Bittar. “Essa é uma das melhores contribuições que o sitema pode dar para a sociedade”, disse.

Como funciona o Controladoria na Escola

O Controladoria na Escola, lançado em 2016, visa estimular a participação de professores e alunos em ações cidadãs e de controle social dentro do ambiente escolar.

Desde a auditoria cívica, alunos escolheram um problema relevante para a escola e partiram para buscar a solução. Planejaram e executaram, com esforço de todos, projetos que modificaram a realidade do ambiente escolar.

O projeto começou com a participação de dez escolas em 2016 e, em 2017, passou para 104 unidades inscritas. Vencedor no ano passado, o Centro Educacional 14 de Ceilândia, por exemplo, criou um aplicativo para monitorar a limpeza e a conservação do patrimônio, além de ajudar no entendimento da corrupção no cotidiano escolar.

EDIÇÃO: VANNILDO MENDES
DA ASSESSORIA DE IMPRENSA DO GOVERNADOR

O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, lança nesta segunda-feira (21), às 15h30, o 2º Prêmio Controladoria na Escola.

Até 4 de junho, as escolas da rede pública do DF poderão se inscrever e concorrer a uma das 200 vagas para participar do projeto que tem o objetivo de promover a cidadania, contribuir para a formação ética dos estudantes e despertar neles a vocação de agentes transformadores do meio em que vivem.

O evento será no Salão Nobre do Palácio do Buriti.

No ano passado, a iniciativa alcançou 104 escolas e envolveu aproximadamente 4 mil estudantes. A expectativa é que em 2018 o projeto envolva aproximadamente 8 mil alunos.

A terceira edição do Brasília + Jovem Candango foi lançada no Centro de Convenções Ulysses Guimarães na manhã de segunda-feira (21). São 1,4 mil adolescentes de 14 a 16 anos matriculados.

Ao longo de 16 meses, os alunos vão fazer curso técnico de auxiliar de escritório e trabalhar em órgãos do governo de Brasília. O contrato de aprendizagem é de 20 horas por semana, divididas entre atividades práticas e teóricas.

 

O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, participou da cerimônia de boas-vindas aos alunos nesta manhã ao lado da esposa e colaboradora do governo, Márcia Rollemberg.

“Fizemos um remanejamento orçamentário para conseguir contratar mais 1,6 mil jovens candangos”, informou o chefe do Executivo local.

Para o secretário-adjunto de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude, Antônio Carlos de Carvalho Filho, “esses jovens, além de evitar situação de vulnerabilidade, têm a possibilidade de aprender, de ter uma espécie de primeiro emprego, de conhecer os órgãos do governo de Brasília e de incrementar a renda da família”.

As 1,4 mil vagas foram distribuídas da seguinte forma:

  • 65% para jovens que atendem aos critérios de seleção exigidos
  • 15% para aqueles em cumprimento de medida socioeducativa
  • 5% para os em situação de acolhimento
  • 5% para atendidos pelo Programa Bombeiro Mirim do DF
  • 5% para os que residem há pelo menos cinco anos na área rural do DF
  • 5% para pessoas com deficiência.

Os critérios de seleção levaram em conta questões como idade e série escolar, renda familiar e pontuação social, baseada em quesitos como ser participante do CadÚnico, de Programas Governamentais de Erradicação do Trabalho Infantil, ser familiar em primeiro grau de vítimas ou de presos encaminhados pela Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso do DF, famílias que pertenciam ao Lixão da Estrutural, residentes do Paranoá Parque em situação de vulnerabilidade comprovada ou jovem de família acompanhada há mais de um ano pelo Conselho Tutelar.

DA AGÊNCIA BRASÍLIA

O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, ouviu demandas de professores e moradores atendidos pela Coordenação Regional de Ensino de São Sebastião na noite desta quarta-feira (2), no Palácio do Buriti.

 

Eles pediram a criação de um espaço de aulas para mais de 2 mil jovens da região administrativa. Com a presença do pedagogo português José Pacheco, foi proposto o uso de um espaço, considerado adequado, mediante acordo com o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) para acomodar esses alunos.

O governador demonstrou interesse pela alternativa encontrada pelos educadores. “Acho absolutamente conciliador. Essa é uma iniciativa maravilhosa para as futuras gerações de lá”, comentou Rollemberg.

Ele pediu que o secretário de Educação, Júlio Gregório Filho, estudasse as possibilidades, dentro dos parâmetros da pasta. “Na primeira vez em que visitei a área, achei que havia um potencial para um projeto como o do professor Pacheco”, avaliou Gregório Filho.

 

Criança Candanga - Governo de Brasília

Governo do Distrito Federal