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Campus do IFB é inaugurado no Recanto das Emas

SAMIRA PÁDUA, DA AGÊNCIA BRASÍLIA

 

Foi inaugurado nesta quinta-feira (8) o décimo campus do Instituto Federal de Brasília (IFB). A unidade é voltada para a produção audiovisual e fica no Recanto das Emas, em um espaço cedido pelo governo de Brasília.

 

Com capacidade para atender mais de 1,2 mil alunos, o local tem 11 salas de aula, além de laboratórios de informática, artes e ciências, áudio e vídeo e edição e editoração. Há ainda biblioteca e espaços para salas administrativas. Estão em construção um auditório e uma quadra poliesportiva.

O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, participou da cerimônia nesta manhã ao lado do secretário de Educação do DF, Júlio Gregório Filho, e do diretor-geral do IFB Recanto das Emas, Germano Teixeira Cruz.

“Estou feliz em colaborar com a inauguração deste campus com vocação para o audiovisual, o que vai garantir o acesso ao mercado de trabalho de milhares de jovens. Este é mais um equipamento de educação e cultura para o Distrito Federal”, disse Rollemberg.

O prédio, que antes era frequentado por usuários de drogas, foi reformado com recursos do Ministério da Educação. Foram investidos R$ 5 milhões.

 

O curso de produção audiovisual é dividido em dois: integrado ao ensino médio e para pessoas que já concluíram o currículo escolar. Ainda há vagas para o ensino integrado.

Para se matricular, é preciso ir até a instituição com carteira de identidade, CPF, comprovante de residência, duas fotos 3×4 e, no caso de menores de 18 anos, documentos pessoais do responsável.

O foco do IFB no Recanto das Emas foi definido após pesquisa do mercado local e de audiência pública, quando a comunidade optou por cursos do eixo tecnológico de produção audiovisual e designer.

Queda de parte do viaduto no Eixão Sul

Questionado pela imprensa sobre troca do comando do Departamento de Estradas de Rodagem do DF (DER-DF) nessa quarta-feira (7), um dia após a queda de parte do viaduto que passa pela Galeria dos Estados, no Eixão Sul, Rollemberg disse que não vai indicar responsáveis pelo acidente. “Faltou manutenção nesses viadutos por dezenas de anos.”

Henrique Luduvice foi substituído por Márcio Buzar, até então diretor de Edificações da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap).

“Entendemos que precisaríamos trocar a direção do DER para um perfil mais ligado à área de edificações, de estrutura, de cálculo”, disse Rollemberg.
Ele também ressaltou que, em sua gestão, foram recuperados quatro viadutos, dos 13 que haviam sido apontados em relatório do Tribunal de Contas do DF de 2011.

Além disso, o chefe do Executivo citou reparos de equipamentos que não constam do documento do órgão, como a drenagem de viaduto em Ceilândia e a recuperação de barragem no Park Way.

O governador disse ainda que já foi identificada a possibilidade de recuperação da estrutura. “Estamos trabalhando no primeiro escoramento, depois faremos um mais profundo, que permita a reutilização do Eixão enquanto o viaduto é reconstruído.”

 

EDIÇÃO: PAULA OLIVEIRA

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